Três Homens e Um Chamado — Parte 3
Shalom esfaimados e sedentos por avivamento.
Hoje terminamos a série “Três Homens e Um Chamado”. O personagem de hoje é Felipe, o diácono e evangelista.
A primeira informação que encontramos sobre Felipe está registrada no livro de Atos dos Apóstolos.
Felipe era um homem de boa reputação, cheio de sabedoria e do Espírito Santo.
Junto com mais seis homens, formou a primeira junta diaconal da igreja primitiva.
Com a ferrenha perseguição em Jerusalém (At 8:1), Felipe foi para Samaria.
Em Samaria, um poderoso avivamento aconteceu, e Felipe foi o instrumento que Deus usou.
“Filipe foi para a cidade de Samaria e ali falou ao povo sobre o Cristo.”
“Quando as multidões ouviram sua mensagem e viram os sinais que ele realizava, deram total atenção às suas palavras.”
“Muitos espíritos impuros eram expulsos e, aos gritos, deixavam suas vítimas, e muitos paralíticos e aleijados eram curados.”
“Por isso, houve grande alegria naquela cidade.”
No ponto forte do avivamento, multidões sendo salvas, curas e libertações acontecendo, Deus deu outra missão a Felipe.
“Um anjo do Senhor disse a Filipe: ‘Vá para o sul, para a estrada no deserto que liga Jerusalém a Gaza’.”
Felipe poderia dizer:
“Como sair daqui? As vidas estão sendo libertas, a cidade está alegre…”
Mas simplesmente obedeceu.
O sucesso ministerial em Samaria não subtraiu de Felipe a consciência do chamado.
Desafio
O chamado não é sobre habilidades pessoais, mas sobre disponibilidade em obedecer.
O chamado não é para autopromoção ou para construção de um reino pessoal.
O chamado é um direcionamento divino cujo objetivo é glorificar o nome de Jesus.
Felipe partiu para a estrada do deserto, pois Deus iria lhe indicar um homem que precisava ser salvo.
O que aprendemos com o chamado de Felipe?
- Ele disse SIM.
- Por dizer SIM, foi poderosamente usado por Deus.
- O chamado tem uma dinâmica: começou como diácono e logo foi usado como evangelista.
- Não tinha ambições pessoais.
- Teve três filhas que profetizavam.
Felipe, por circunstâncias além da sua vontade, saiu de Jerusalém e deixou o oficialato da diaconia, mas entendeu a nova missão.
Foi fiel e obedeceu.
Lembro-me do avivalista John Wesley quando foi impedido de pregar nos púlpitos anglicanos. Subiu no túmulo de seu pai para pregar.
Foi ali, fora das quatro paredes do templo, que declarou:
“Minha paróquia é o mundo.”
A minha oração é que sejamos obedientes ao chamado de YHWH e que não venhamos ser negligentes e muito menos indiferentes ao comissionamento que Ele nos faz.
Vamos marchando e dando glória.
Pr. Adilson Costa.






Obediência na totalidade nos leva ao lugar certo, para o tempo certo.